Da alvorada das novas coisas,
Do toque que me acolhe em ternura,
Tuas mãos me recebem quentes,
Sopro de vida que renova o ser.
Nas tuas palavras, encanto de cada novo encontro.
Recebo o que por tempos nunca pude dar,
Plasmado hoje em todas as verdades dos teus olhos,
Livres, doces, leves, vívidos,
Incauto, entreguei-me nos braços de tudo que te quero.
Breve alma, Eterno sentimento...
"Porque te amo muito...!" - 25/07/2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tornado de Sentimentos

Tornado de Sentimentos
Calço calçados na calçada da cidade,
Que acolhe os meus passos lentos.
Perdendo meu tempo neste momento.
O sorriso, os olhos, os traços daquela mulher,
Engolem meus pés, minhas roupas,
Transformam esta vida louca.
As casas me observam caladas,
Impressionadas, fitam as placas,
Ingratas, frutos da mente fraca.
Aquela rua vidrada me soa drástica,
Tão dramática quanto essa estática.
Essas pessoas... todo esse movimento,
Me enchem por dentro.
Porém, nem sabem que existo.
Resisto mas não desisto,
Os autos, bravos, vivos como gente,
Cortam o asfalto quente... é vida!
Viva! A televisão anuncia o maníaco.
Vem a dúvida, abre-se uma ferida:
Serei eu o maníaco,
Que só sabe por trás desses óculos,
Ser tão melancólico e sentimental?
O passado surge como versos dispersos.
Não consigo atingi-los, estão além do que posso.
As lágrimas rolam... são muitas lembranças.
O presente está cheio de emoções,
Emoções que não poderia deixar de lado, nunca.
Disso o coração nunca esquece...
Minha mente roda.
Roda na memória da minha história.
Não está em livros.
Está em mim, está em ti, no cemitério, naquele prédio.
Prédio do correio... Deus!
Ah... tantos sentimentos vagos.
São enviados telegramas ao meu coração,
Todos urgentes. Mas avisei,
Avisei a toda essa gente:
Meu coração não tem caixas,
Não tem portas nem endereço.
Só meios amores e dores,
Que guardam dentro esse tornado de sentimentos.
______________________________________________________________________
Tornade de sentiments
Je chausse des chaussures dans le trottoir de la ville,
Qui accueille mes pas lents.
Je perds mon temps dans ce moment.
Le sourire, les yeux, les traces de cette femme,
Avalent mes pieds, mes vêtements,
Transforment cette folle vie.
Les maisons m’observent muettes,
Éblouies, regardent les signes,
Ingrates, fruits de l’âme faible.
Cette rue vitrée me sonne drastique,
Aussi dramatique que cette statique.
Ces personnes... tout ce mouvement,
Me remplissent dedans.
Mais ils ne savent même pas que j’existe.
Je resiste, mais je ne renonce pas.
Les voitures, braves, vives comme les gens,
Coupent le goudron chaud... c’est la vie!
Vive! La télévision annonce le maniaque.
Le doute vient, une plaie s’ouvre:
Suis-je le maniaque,
Qui ne sait qu’être, derrière ces lunettes,
Si mélancolique et sentimental?
Le passé émerge comme des vers éparpillés.
Je ne peux pas les atteindre, ils sont au-delà de ce que je peux.
Les larmes coulent... ce sont beaucoup de mémoires.
Le présent est plein d’émotions,
Des émotions que je ne pourrais pas mettre de coté, jamais.
Le coeur n’oublie jamais telles choses...
Mon esprit tourne.
Il tourne dans la mémoire de mon histoire.
Ce n’est pas dans les livres.
C’est dans moi, c’est dans toi, dans le cimitière, dans ce bâtiment là.
Le bâtiment de la poste... Dieu !
Ah... tant de sentiments vagues.
De lettres urgentes sont envoyées à mon coeur,
Elles toutes sont urgentes. Mais j’ai dit,
J’ai dit aux gens:
Mon coeur n’a pas de boîtes,
Il n’a pas de portes, ni adresse.
Il n’a que des amours à moitié et des douleurs.
Qui gardent dedans cette tournade de sentiments.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Innocence Faded

Como seria bom ter motivos pra brincar de ser gente miúda de novo! Ter pequenos problemas, pequenos desencontros. Viver de pequenas preocupações que, de tão diminutas e aprazíveis, faziam nos mover adiante. Quem sabe, na busca de poder reencontrá-las em movimentos posteriores, mesmo que o ar de novidade já tivesse sido vencido.
Gostaria de ter meus votos renovados com um pouco de descompromisso interno. Algo como uma rebeldia assegurada, quase litúrgica, só pra poder me sentir um pouco desintoxicado dessa rigidez interna que me imputei há tempos – tempos esses que nunca nos lembramos quando começaram.
Hoje, não brinco mais de ver as placas dos carros, fazendo combinações inusitadas com suas iniciais. Preocupo-me com a minha placa, senão levo multa por trafegar indevidamente em “dia de rodízio”. Freneticamente, fugindo de algo ou de alguém que me pune pelo não-cumprimento de todas as regras que nos impõe amarras dissonantes, nossas verdadeiras “obras sociais”.
As pessoas hoje não escolhem mais as profissões preocupadas no prazer da execução, como naqueles sonhos gostosos de quando ainda aprendia meus primeiros passos. Escolhem por status, por condicionais, para sentirem-se seguras. Seguras de si mesmas, talvez. Para não encontrarem a si mesmas em profundo desamparo emocional. E antes que acabem de se formar, já pensam na pós-graduação, no MBA, no Mestrado do Doutorado da pós-idealização-maquinada-artificializada. Porque o tempo não pode ser perdido. Mas, o tempo é indefectível, qualidade de tudo que é imanente a este mundo.
Existem certezas que não podem ser combatidas como males incuráveis. Talvez, estejamos tentando subverter a Natureza plácida em algo a ser combatido... Mas, o mal, então, seria a nossa própria essência? Caímos no maior dos dilemas: auto-degradação...
Enquanto isso, preferiria estar a brincar numa gangorra a ter que enfrentar os sobe-e-desce das sinas que criamos - de todas as depressões e baques emocionais dessa “vida de gente grande”...
sexta-feira, 25 de março de 2011
Pensamentos : Reflexões - 25 de Março de 2011

A eterna condição da incerteza às vezes me pega de jeito e me consome horas de reflexão. Não existe temática fixa. Não existe condição que seja exata o suficiente que me deixe seguro. Onde eu diga “Bom, acho que é isso”. Porque na verdade é... Mas, hei de conviver com o “pode ser” ou ainda com o "não é nada disso".
No instante que essas possibilidades me maravilham, pela própria inconstância e por poder encarar vidas paralelas a cada segundo com um ar de frescor, ressinto pela não execução de uma série de tantas realidades. Como no teatro, na Arte Viva, temos que improvisar um tanto. Porque o que estava programado falha, tem de ser reprogramado e, às vezes, até descartado.
É difícil viver a dualidade, condições tão antagônicas e que ocorrem num mesmo ato. Conduzir aquilo que te conforta em total adversidade é como sorrir com uma ferida aberta nas mãos. Quase como viver apenas um percentual de toda a sua essência. Atado, de asas cortadas. Quem quer alçar voo dentro de uma gaiola?
Minha capacidade de questionar-me é o que me mantém vivo. Talvez muita coisa ainda me chateie, me faça pensar em mudar, renascer de dentro de mim...
Porém, um sonho ainda é forte, está aceso e é tudo o que quero: linearidade.
Enxergar o bom e o mau com os mesmos olhos. Sem julgar, sem conveniências. Conviver nas duas esferas e poder ajudar a todos. Sem imaturidade. Tratar bem todas as pessoas. Sem ofender, sem magoar. Nunca desejei tanto essa condição...
E o caminho é longo e tortuoso. Sei que é. Eu estou pronto. Não há limites para quem quer reinventar a si mesmo todos os dias.
Eu estou pronto...!
domingo, 13 de março de 2011
Pensamentos : Reflexões - 13 de Março de 2011

Hoje, após algumas semanas do Turbilhão que ela me causou, coloquei-me à coragem de ler o primeiro presente que Ela me deu.
Um livro. Um pedaço de sonho, um sincronismo de pensamento. Coisas da vida. Em verdade, uma parte dEla, que provavelmente revela uma intimidade, algo de dentro, que talvez não apresente a qualquer um. E eu tremo ao pensar. Porque sei que encontrarei coisas surpreendentes sobre Ela, sobre mim e sobre nossa sintonia alucinante, que me consome em felicidade incondicional desde que a toquei, que a beijei. E assim foi...
Iniciei, lendo a dedicatória que me fez, pela enésima vez. A cada leitura, novos aspectos me surpreendem. A inteligência, a maneira de observar o Mundo. A sensibilidade desta Mulher me submerge nos mais variados Universos, dos quais não quero sair. A fascinante doçura que Ela tem de me entreter/entender só de olhar. Já estava volitando quando me dei conta do Livro. E ao Livro fui...
Devorava o primeiro capítulo quando, num rapto interno, tive quem me interromper. Tive, porque não pude deixar de me impressionar, de me entregar ao fato de que nos interessamos pelas mesmas coisas. E tudo isso por intermédio de um livro. Escrito por um outro alguém, de outro lugar longínquo, d'outra Cultura. De pensamentos e modos de vida que mal me cabem sugerir. Cada um é um Universo em constante mutação. Cada um tem seu caos em movimento. Mas, mesmo assim, ele nos une.
À longa distância, agora, Ela me veio através das páginas de um singular capítulo. Numa noite calibrosa de Domingo. Quando a saudade bate. E ela me veio, com tudo o que é. Capacidade que só Ela tem de estar perto, do meu lado, me contando sobre sua vida e como enxerga o mesmo capítulo pelo prisma dos seus olhos e sua mente. Só que está longe em corpo.
Só que Ela está aqui. E está no além-mar. Está no que vejo, porém não toco agora.
Ela É, com toda a essência. Eu acredito.
Ponho-me a amá-la - na única alternativa que Ela oferece para quem a conhece pura, simplesmente.
Ela Existe (...)
(!!)
terça-feira, 1 de março de 2011
(Eu me perco) no Verde dos teus Olhos
(Eu me perco) no Verde dos teus Olhos
(Je me perds) dans le Vert de tes Yeux
Intensa, terna, doce. É tudo que os sentidos podiam consumir naquele momento. E só ela é assim. Dos sorrisos que mal podia compreender, a intensidade do toque que esperava por demais, porque achava que não poderia tê-la. E ela me fazia sentir o Mundo, que o momento se eternizaria, como dízimas dessas que prolongam um segundo numa intensa vontade de ser, infinitamente.
Intense, tendre, douce. C’est tout ce que les sens pouvaient consommer dans ce moment-là. Et elle est la seule à être comme ça. Des sourires que j’ai mal pu comprendre, l’intensité du toucher qu’attendait déjà longtemps, puisque je croyais que je ne pourrais pas l’avoir. Et elle me faisait sentir le Monde, que le moment deviendrait éternel, comme des décimales qui prolongent une seconde dans une intense volonté d’être, infiniment.
As mãos, no escorrego macio, me diziam todas as verdades num instante. E eu passei a acreditar cada vez mais. Como não podia ser? O rosto, o carinho que não me deixava voltar para a Terra, cada beijo, cheio de todo o pulso dela, cheio de cada descontrole meu do qual não queria me abandonar. E eu não abandonei. Entreguei-me na docilidade dos lábios, na sincronicidade do desejo.
Les mains, qui glissaient doucement, me racontaient toutes les vérités dans un instant. Et j’ai donc cru, de plus en plus. Comment pouvait-il ne pas être ? Le visage, les câlins qui ne me laissaient pas revenir à la Terre, chaque baiser, rempli de sa pulsation, rempli de tout mon manque de contrôle, duquel je ne voulais pas m’abandonner. E je ne l’ai pas abandonné. Je me suis livré à la docilité des lèvres, à la synchronicité du désir.
Ah! E aqueles olhos... Verdes, fulminantes, rasgando-me a alma, envolvendo-me de uma nova atmosfera que criei só para ela. Mal conseguia olhar sem me derreter, sem me entregar ainda mais a uma magia que só ela, só ela tem.
Ah! Ces yeux... verts, fulminants, qui me déchiraient l’âme et m’envoûtaient dans une nouvelle atmosphère, que j’ai crée juste pour elle. Je pouvait à peine regarder sans me fondre, sans me livrer encore plus à cette magie qu’elle seule, elle seule possède.
Eles me disseram tudo, arremessaram-me contra mim mesmo, enquanto ela sorria, em surtos de felicidade que eu não consigo descrever. Quero me perder, pra poder te encontrar toda dentro de mim.
Ils m’ont tout dit, m’ont lancé contre moi-même, lorsqu’elle sourriat, au millieu d’irruptions de bonheur que je n’arrive pas à décrire. Je veux bien me perdre, pour que je puisse te rencontrer, complètement, dans moi.
Eu me perco) no verde dos teus olhos....
(Je me perds) dans le Vert de tes Yeux....
PS: Dedicado a Ela. Porque só Ela me faz acreditar que sim...
PS: Dedié à Elle. Car Elle est la seule à me faire croire que oui…
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Saudades (do que não tive)
Saudades (do que não tive)
Nostalgie (de ce que je n’ai pas eu)
Rosas mudas visitam-me os jardins,
Parcas, insolentes, mas em essência, inocentes.
E na calada, já lhes preparava um breve desfecho,
Como quem cuida relapso de solo infértil, à beira do perecer.
Des roses muettes visitent mes jardins,
Rares, insolentes, mais essentiellement innocentes.
Et en secret, je les préparais déjà un bref dénouement,
Comme quelqu’un qui, insouciant, prend soin d’un sol infertile, au point de périr.
Desgarrei-me das incertezas moribundas,
Ao custo de uma vida de tropeços enfermos.
Abandonando-me como um desertor insolente,
Disse o que fiz e o que não queria ter em meus votos,
Catarse da essência, imunda de medos, enganos, de erros.
Je me suis égaré des incertitudes moribondes,
Aux dépens d’une vie de malades faux pas.
Je m’abandonne comme un déserteur insolent,
Je dis ce que j’ai fait et ce que je ne voulais pas avoir entre mes vœux,
Catharsis de l’essence, immonde de peur, de tromperies, d’erreurs.
Contraponho-me ao passado como um sonho bom,
Daqueles de infância materializada a céu aberto,
Mas que enfim, dentro de mim, carrega a dor do partir.
Je m’oppose au passé comme un beau rêve,
De ceux de l’enfance matérialisée à ciel ouvert,
Mais que, en fin de compte, dans moi, porte la douleur du départ.
Dor do reinício, do início que nunca tive,
Das palavras que nunca te disse nem em Dó ou mesmo Sol Maior,
Só pra te matar doida, doída de saudades.
Douleur de la relance, du commencement que je n’ai jamais eu,
Des mots que je ne t’ai jamais dits, ni en Do, ni même en Sol majeur,
Juste pour te tuer, folle, en douleur, à cause de cette nostalgie.
Ah, saudades!
Saudades não têm temor, desamor e nem idade,
Mas, então, me diz, como é que pode,
Do Nada-Ser se ter Saudades?
Saudades... (do que não tive)
Ah, la nostalgie!
La nostalgie n’a pas de crainte, pas de désilusion, pas d’âge.
Dis-moi, donc, comment est-il possible
Du « ne pas être », en voir nostalgie ?
Nostalgie... (de ce que je n’ai pas eu)
*Catarse, depois de 1/4 de século de sabe-se-lá-o-quê. Mas, enfim, que não haja mais espaço para arrependimentos. Porque a vida não para...
*Catharsis, après un quart de siècle de je ne sais pas quoi. Mais, enfin, qu’il n’y ait plus de place pour le repentir. Puisque la vie ne s’arrête pas...
Traduzido, versionado e sentido para o francês por Patrícia Nascimento.
Nostalgie (de ce que je n’ai pas eu)
Rosas mudas visitam-me os jardins,
Parcas, insolentes, mas em essência, inocentes.
E na calada, já lhes preparava um breve desfecho,
Como quem cuida relapso de solo infértil, à beira do perecer.
Des roses muettes visitent mes jardins,
Rares, insolentes, mais essentiellement innocentes.
Et en secret, je les préparais déjà un bref dénouement,
Comme quelqu’un qui, insouciant, prend soin d’un sol infertile, au point de périr.
Desgarrei-me das incertezas moribundas,
Ao custo de uma vida de tropeços enfermos.
Abandonando-me como um desertor insolente,
Disse o que fiz e o que não queria ter em meus votos,
Catarse da essência, imunda de medos, enganos, de erros.
Je me suis égaré des incertitudes moribondes,
Aux dépens d’une vie de malades faux pas.
Je m’abandonne comme un déserteur insolent,
Je dis ce que j’ai fait et ce que je ne voulais pas avoir entre mes vœux,
Catharsis de l’essence, immonde de peur, de tromperies, d’erreurs.
Contraponho-me ao passado como um sonho bom,
Daqueles de infância materializada a céu aberto,
Mas que enfim, dentro de mim, carrega a dor do partir.
Je m’oppose au passé comme un beau rêve,
De ceux de l’enfance matérialisée à ciel ouvert,
Mais que, en fin de compte, dans moi, porte la douleur du départ.
Dor do reinício, do início que nunca tive,
Das palavras que nunca te disse nem em Dó ou mesmo Sol Maior,
Só pra te matar doida, doída de saudades.
Douleur de la relance, du commencement que je n’ai jamais eu,
Des mots que je ne t’ai jamais dits, ni en Do, ni même en Sol majeur,
Juste pour te tuer, folle, en douleur, à cause de cette nostalgie.
Ah, saudades!
Saudades não têm temor, desamor e nem idade,
Mas, então, me diz, como é que pode,
Do Nada-Ser se ter Saudades?
Saudades... (do que não tive)
Ah, la nostalgie!
La nostalgie n’a pas de crainte, pas de désilusion, pas d’âge.
Dis-moi, donc, comment est-il possible
Du « ne pas être », en voir nostalgie ?
Nostalgie... (de ce que je n’ai pas eu)
*Catarse, depois de 1/4 de século de sabe-se-lá-o-quê. Mas, enfim, que não haja mais espaço para arrependimentos. Porque a vida não para...
*Catharsis, après un quart de siècle de je ne sais pas quoi. Mais, enfin, qu’il n’y ait plus de place pour le repentir. Puisque la vie ne s’arrête pas...
Traduzido, versionado e sentido para o francês por Patrícia Nascimento.
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